22/10/2008

Jason Mraz, We sing, we dance, we steal things (2008)

Não é provavelmente o melhor de Jason Mraz. A medida que a carreira e a fama deste artista do West americano crescem, é maior o peso da producção e dos arranjos, que nem sempre permanecem imunes ao fácil e ao comercial.

Ainda assim, sabemos que Mr. A-Z, ou Waiting for my rocket to come, também não eram tão poderosos como as versões ao vivo das músicas neles incluidas. Pena é que a digressão de Mraz se limite aos Estados Unidos, pelo menos no que já está programado.

Neste disco, como nos passados, assistimos a um banho de positividade. Letras simples, sugestivamente poéticas, escondem sempre histórias, pessoas, aventuras, nas quais Mraz destaca sempre um olhar positivo e valorizador da experiência humana. Ele próprio confessa-o nos seus concertos: não há ninguém que lhe passe ao lado que não acabe por se tornar parte de uma sua música. E isto é agradável ao ouvinte atento: encontramo-nos descritos, junto com os nossos sonhos, amigos, amores, recordações do passado.

Uma amostra: o início da primeira faixa:

Wake up everyone

how can you sleep at a time like this

unless the dreamer is the real you

Listen to your voice

the one that tells you to taste past the tip of your tongue

leap and the net will appear

I don't wanna wake before

the dream is over

I'm gonna make it mine

1 comentário:

mmaria disse...

Jason Mraz 19 de março CAMPO PEQUENO!